
Evento integrou tecnologia, ciência e ensino, reforçando o papel da IA como ferramenta de apoio à pesquisa e ao aprendizado acadêmico
Os cursos de Farmácia e Nutrição do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ) realizaram, nesta quinta-feira (26/02), a aula magna com o tema “Inteligência Artificial a serviço da ciência e do aprendizado”. O encontro marcou o início do ano letivo com uma reflexão sobre a integração entre tecnologia, conhecimento científico e formação acadêmica nas áreas da saúde.
A proposta da aula foi destacar como a inteligência artificial pode contribuir para o avanço das pesquisas, para a qualificação dos processos de ensino e aprendizagem e para o aprimoramento das práticas profissionais, fortalecendo a formação dos estudantes diante de um cenário cada vez mais tecnológico e interdisciplinar.
A palestra foi conduzida pelas professoras doutoras Aline Teotonio Rodrigues, do curso de Farmácia da UniFAJ, e Cíntia Reis Ballard, do curso de Nutrição da UniFAJ, que abordaram o uso da IA sob a perspectiva do método científico, da ética e do desenvolvimento do pensamento crítico.
“Nosso objetivo com essa aula magna foi trazer para os alunos uma reflexão sobre o que é ciência, o que é método científico e como a construção do conhecimento profissional acontece baseada nesse método”, destacou a professora Aline. “A inteligência artificial generativa é uma ferramenta extremamente útil, mas precisa ser incorporada com consciência, ética e curadoria. A inteligência humana ainda é indispensável e deve orientar o uso dessas tecnologias para que elas contribuam de forma significativa para o conhecimento científico e para a formação profissional”, completou.
A professora Cíntia enfatizou o potencial da IA no ensino superior e na pesquisa, ressaltando a importância de utilizá-la como aliada do pensamento crítico. “Abordei como essas ferramentas podem ampliar as possibilidades de aprendizagem e apoiar os estudantes na construção do conhecimento. A IA não substitui o pensamento crítico, mas pode ser uma grande aliada para investigar, criar e inovar com mais profundidade e autonomia”, afirmou.
Para a docente, o início do ano letivo é também um convite para o novo. “Este é um momento de descobertas. A tecnologia está aí para nos impulsionar, mas cabe a nós usá-la de forma ética, criativa e consciente, sempre colocando o propósito educacional e humano em primeiro lugar”, concluiu.






